Fora do radar, Brasil não deve colher louros com mudança

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“Do ponto de vista econômico, tanto Trump quanto Hillary defendem posições protecionistas, por isso, qualquer acordo de livre comércio será dificultado, o que não é o caso do Brasil”, comenta o historiador Luiz Felipe de Alencastro. Apesar de ser republicano, agremiação que tradicionalmente tem se alinhado ao liberalismo, Trump, assim como em todo o resto, adotou uma postura singular, posicionando-se como um protecionista ferrenho. Já Hillary, na tentativa de conquistar o eleitorado de Bernie Sanders, com quem rivalizou pela indicação do Partido Democrata à disputa presidencial, andou adotando posições mais protecionistas. A questão não é trivial para o Brasil, que mantém com os EUA seu segundo maior fluxo comercial (50 bilhões em 2015), só perdendo para a China.

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