"O Judiciário à beira de um ataque de nervos", por Sérgio Saraiva

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Esse poderia ser o título-resumo das notícias referentes a ações de membros do Judiciário nos últimos dias

por Sérgio Saraiva

Sergio Moro em Roma e Cunha em Curitiba

“Em Roma, Savonarola foi queimado. Cuidado Moro, o destino dos moralistas fanáticos é a fogueira. Só vai vosmecê sobreviver enquanto Lula e o PT estiverem vivos e atuantes”.

Há exatos dez dias, o juiz Sergio Moro não percebe a fina ironia contida no título do texto “Desvendando Moro” do professor Rogério Cezar de Cerqueira Leite – desvendar também significar retirar a venda dos olhos – alertar – e abespinhado sai-se com está pérola da antítese:

“embora críticas sejam bem-vindas, a publicação opiniões panfletárias-partidárias deveria ser evitadas pelos jornais”.

Como não deu nenhuma explicação sobre o que venha a ser uma “opinião panfletária-partidária” e de como distingui-la de uma “crítica bem-vinda” acabou parecendo que “críticas bem-vindas” são apenas os elogios. E ao que não assim o seja, a censura seria a atitude mais reverente à sua pessoa.

Apanhou uma tréplica ao nível de “intelectos condicionados por princípios de intolerância que não percebem a diferença entre metáfora e ações concretas”.

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