15 livros muito viciantes que você não vai conseguir parar de ler

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Em 29 de outubro comemora-se o Dia Nacional do Livro e nada melhor do que aproveitar a data para escolher uma obra bacana para ler, não é? Melhor ainda se for um daqueles livros que não dá para largar, e que deixa saudade quando acaba.

Depois de pontuar os melhores lançamentos de agosto e setembro, essa matéria é totalmente diferente e arriscamos a dizer que é até mesmo atemporal. Por que? Separamos 15 livros, entre clássicos e modernos, que não deixam os olhos desgrudarem das páginas.

E se você pensa que isso só acontece com thrillers, alguns títulos podem te provar que não é bem assim. Poesias, romances e distopias também são fascinantes.

Vem ver:

1. Objetos cortantes

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Se você leu “Garota Exemplar”, saiba que “Objetos Cortantes” é da mesma autora: Gillian Flynn. Isso significa que as páginas da história são regadas de um incômodo que só aumenta a cada capítulo e que é impossível terminar o livro sem ficar perturbada.

Em “Objetos Cortantes”, a história acontece em torno de Camille Preaker, uma jornalista que acabou de sair de um hospital psiquiátrico por ter tendências à automutilação. O motivo que a leva a marcar a pele constantemente está relacionado a uma morte horrível que a assombra por toda a vida. E os cortes acabam se tornando uma forma de extravasar o quanto esse acontecimento a machuca.

Esse cenário piora quando Camille é escalada pelo chefe do jornal em que trabalha para retornar a sua cidade natal, a pequena Wind Gap, no Missouri. A ideia é que ela produza uma reportagem investigativa sobre o sumiço de uma pessoa, e o assassinato de outra, no local. Sem dinheiro para se hospedar em hotel, a jornalista é obrigada a se hospedar na casa da família – a mãe, o padrasto e a meia-irmã, que são extremamente problemáticos – enquanto procura pelos culpados.

Como acontece em “Garota Exemplar”, o fim não é como os leitores esperam. Por isso, caso você goste de thrillers psicológicos, em que o suspense nunca deixa de estar presente, saiba que esse livro é a escolha perfeita para você. A obra já virou até série, produzida pela HBO e estrelada por Amy Adams.

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2. As Batidas Perdidas do Coração

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Quem disse que é apenas de suspense que os livros viciantes são feitos? Em “As Batidas Perdidas do Coração”, Bianca Briones traz um romance que não deixa a gente desgrudar das páginas. O motivo disso? O casal principal é de arrepiar – e amar!

Com Vivi e Rafael, os protagonistas da trama, a autora brasileira traz à tona aquele romance que nos faz ansiar para que eles fiquem juntos pela super tensão sexual, com direito a cenas picantes narradas em detalhes (sim, total +18). Só que tudo isso acontece com uma mão na consciência, viu? Porque, no fundo, sabemos que não será uma relação fácil de ser construída.

Calma, não estamos falando sobre relacionamento abusivo ou algo do tipo. As dificuldades surgem por eles pertencerem a classes sociais totalmente diferentes e, consequentemente, os dois entram em conflito em algumas situações.

Quem se apaixonar pela história, saiba que Bianca não parou no primeiro livro e deu um final importante para Rafa e Vivi em “A Escolha Perfeita do Coração”. Além de ter publicado outros livros sobre personagens importantes que surgem nesse universo do casal.

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3. O Conto da Aia

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Possivelmente você já ouviu falar da série “The Handmaid’s Tale”, que chegou ao Brasil por meio da Paramount Channel e do GloboPlay, o serviço de streaming da Globo. E ela é inspirada no livro “O Conto da Aia”, de 1985, da autora canadense Margaret Atwood.

A história é aposta certa para quem gosta de cenários distópicos, mas que questionam problemas sociais reais como o machismo e a influência da Igreja Católica. Tais questões são vistas logo no início do livro, pois a história começa quando o grupo que se intitula “filhos de Jacó” toma o poder dos Estados Unidos e transforma o governo em uma ditadura teocrática – isto é, em que as leis são regidas pela religião.

Um dos motivos que levam a essa atitude antidemocrática do grupo é a suposta degradação do mundo, com as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a poluição do meio ambiente. No meio disso tudo, muitas mulheres começam a ficar inférteis, e as que ainda conseguem engravidar acabam se tornando propriedade desse governo.

O livro é uma crítica importante sobre como o Estado se apropria das mulheres e os seus direitos são sempre os primeiros a serem tirados em governos totalitários. Praticamente uma leitura obrigatória diante do atual cenário político em diversos países, né?

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4. Amor Amargo

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Assinado por Jennifer Brown, mesma autora de “A Listra Negra”, “Amor Amargo” vem para cutucar o leitor. Isso porque a história gira em torno de Alex, uma jovem que está planejando uma viagem com os amigos Bethany e Zach para o Colorado, a cidade para onde sua mãe estava indo quando sofreu um acidente e morreu. Só que esse foco de Alex começa a se perder com o aparecimento de Cole.

Ao começar o livro, a primeira sensação que surge é de que Cole é apenas mais um daqueles personagens sedutores com alguns problemas intrínsecos. Só que, com o decorrer da história, é impossível não se chocar com os limites que o protagonista cruza – de acordo com o que é aceitável ou não dentro de uma relação.

Jennifer Brown trabalha muito bem a perspectiva da vítima que está dentro de um relacionamento abusivo. E esse é o motivo pelo qual é impossível largar este livro: é devastador (e até mesmo revoltante) ver Alex dividida entre sempre dar uma nova chance para Cole, com a esperança de que ele vai mudar, e conseguir cortar o laço de uma vez por todas, porque ele é um homem abusivo.

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5. Textos Cruéis Demais para Serem Lidos Rapidamente

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Como o próprio título mostra, esse livro é um compilado de textos que trazem à tona a complexidade das relações humanas e muitos não são fáceis de digerir – mas quais sentimentos são, não é mesmo?

A proposta desse livro fica ainda mais legal ao saber que tudo começou na internet. Inicialmente, os “textos cruéis demais para serem lidos rapidamente” foram publicados no e, hoje, a página de mesmo nome já tem mais de um milhão de seguidores. O perfil também ganhou seu espaço no Instagram depois.

Com o conteúdo virtual reunido nesse livro, somado a publicações inéditas, ele é a escolha perfeita para quem gosta de leituras com começo, meio e fim. Mas que não deixam o fôlego morrer.

6. E não sobrou nenhum

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Se você gosta de suspense, é impossível não ter ouvido falar de Agatha Christie e de “E não sobrou nenhum”, livro eleito como o melhor romance policial de todos os tempos – e que originalmente foi lançado com o título “O Caso dos Dez Negrinhos”.

Nesta história, a autora constrói a narrativa em torno de dez pessoas que foram convidadas pelo misterioso Sr. Owen para irem à Ilha do Soldado. A princípio, elas acreditam que o convite não passa de uma regalia que ganharam. Até que todos se tornam suspeitos de uma sequência de mortes. O clima fica ainda mais tenso com uma tempestade que se estende sobre o local e impede qualquer comunicação com o continente.

Como acontece na maioria dos livros de Agatha, a história de “E não sobrou nenhum” tem como foco central a tentativa dos personagens de descobrir quem é o assassino, só que muito é revelado deles mesmos nesse processo.

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7. O que o sol faz com as flores

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Rupi Kaur é um nome marcante e provavelmente você a conhece de “Outros jeitos de usar a boca”. Com o mesmo estilo de coletânea de poemas, “O que o sol faz com as flores” traz um compilado de textos tocantes sobre autoconhecimento e a capacidade de cura que ele nos proporciona.

Para mostrar que se conhecer é um processo (dificílimo, muitas vezes), a autora constrói o livro dividido em cinco partes, com capítulos que remetem ao crescer de uma flor: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. A sequência dos capítulos é uma reflexão importante sobre como o ato de se reconstruir, muitas vezes, surge de um momento em que tudo desmorona.

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8. Confesse

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Neste livro, a autora Colleen Hoover, que já escreveu títulos conhecidos como “Métrica” e “Um Caso Perdido”, conta a história de Auburn Reed. Ela é uma jovem mulher que se vê no meio do caos porque precisa, a qualquer custo, de mais dinheiro para contratar um advogado e resolver uma questão judicial que pode mudar sua vida.

Em busca de um novo trabalho, Auburn acaba se deparando com Owen Gentry, o dono de uma galeria de arte diferente que está com uma vaga de emprego aberta. Além do personagem ser sedutor, mas também deixar o leitor com a pulga atrás da orelha, Owen tem uma visão interesse sobre arte: ele produz seus quadros a partir de confissões que as pessoas deixam em uma caixinha na galeria.

Atraída por ele e também pelo trabalho, Auburn acaba em uma situação que não parece ter solução. Ou ela aceita o emprego e acaba envolvida em uma história turbulenta com Owen, ou não consegue o dinheiro que tanto precisa.

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9. Cartas de amor aos mortos

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Essa é a estreia oficial da autora Ava Dellaira, que já começa com o pé direito. “Cartas de amor aos mortos” é contado em primeira pessoa por Laurel e parte do instante em que a professora de Inglês do novo colégio que está pede para que os alunos escrevam uma carta para alguém importante que já morreu.

No início, os primeiros escritos de Laurel são destinados a figuras como Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, e Elizabeth Bishop. Mas os artistas têm uma ligação mais profunda do que simplesmente serem famosos: eles sempre a lembram de sua irmã, Amy, que morreu há pouco tempo.

O livro é um mergulho profundo sobre o ato de entender que você não é a sua família – por mais que os resquícios dela estejam por todos os lados. E que, por mais que você ame muito alguém, isso não impede essa pessoa de errar – e enxergá-la para além das falhas é um processo dolorido. A história também envolve a lição de aprender a perdoar o outro, mas também perdoar a si mesmo pela idealização das relações.

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10. Em Águas Sombrias

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Você já sente o frio na espinha daí? Porque é com esse sentimento que Paula Hawking transcreve em “Em Águas Sombrias”. O livro narra a história de Jules, que tem a vida colocada de cabeça para baixo por não atender ao telefonema da sua irmã, Nel, que agora está morta.

Todos dizem que ela se suicidou, mas Jules não acredita que a irmã tiraria a própria vida. Diante do fantasma da dúvida, ela é obrigada a voltar para a cidade em que Nel morava para cuidar da filha adolescente que ela deixou. Com esse retorno, Jules também é obrigada a encarar o seu passado, a velha Casa do Moinho e o Poço dos Afogamentos, uma parte específica de um rio da região.

Para além do suspense sobre o que realmente aconteceu com Nel, o livro conta a história de um passado mal resolvido – retratado sempre de um jeito muito assustador. Para comprar a obra, clique aqui.

11. O ódio que você semeia

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Neste livro, se tem algo que Angie Thomas não tem medo de fazer é confrontar diretamente o racismo. A autora faz isso ao contar a história de Starr, uma jovem negra que foi ensinada desde muito cedo sobre como agir diante da polícia para que não acabe vítima de uma atrocidade.

Quando ela e o amigo Khalil (também negro) são parados por uma viatura, ela anseia para que ele aprenda as regras que foram passadas a ela. Só que não é o que acontece e ele acaba morto após disparos.

Diante do luto, Starr não consegue mais baixar a cabeça para as injustiças que rondam diariamente pessoas negras e entra em um conflito interno ao se deparar com as duas realidades que vive. A primeira de estudar em um colégio predominantemente branco, e a segunda de morar em um bairro periférico, predominantemente negro, dominado pelas gangues e marginalizado pelo poder público. Além disso, Starr é a única testemunha de um crime que talvez resulte em impunidade.

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12. Corte de Espinhos e Rosas

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Se você é apaixonada por magia, fadas e suspense, temos a sugestão perfeita para você. “Corte de Espinhos e Rosas”, da autora Sarah J. Maas, promete a premissa ousada de uma mistura entre ‘Game of Thrones’ e ‘A Bela e A Fera’. Calma, a gente te explica!

O primeiro livro da tretralogia – de mesmo nome – narra a história da jovem Feyre, que nasceu em uma família rica, mas acaba perdendo seus bens quando a mãe morre e o pai se envolve em trâmites duvidosos. Isso faz com que ela comece a buscar maneiras de sobreviver, como aprender a caçar.

Em uma das caças que está fazendo, ela acaba matando um grande lobo que, na verdade, era um feérico – isto é, uma fada que havia sido transformada em animal. E o grande problema dessa morte é que ela rompe o tratado estabelecido entre fadas e seres humanos após uma grande guerra – de que eles se manteriam longe um dos outros.

Com o combinado rompido, outro feérico vai atrás de Feyre para cobrar a divida que ela abriu contra os sete reinos em que as fadas se organizam e, a partir daí, a história começa a se desenrolar em três livros, que depois se transformaram em quatro.

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13. Crônica de Uma Morte Anunciada

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Clássicos também têm seu espaço na categoria de “livros que não conseguimos parar de ler”- e esta obra de Gabriel Garcia Márquez é a prova disso. Em um diálogo direto com o título, “Crônica de uma morte anunciada” já traz na primeira linha da obra que a morte de Santiago Nassar está determinada.

A partir disso, o autor reconstrói o último dia do jovem a partir da perspectiva de cada uma das testemunhas do caso. Para compôr a história, Gabriel Garcia Márquez utilizou técnicas da profissão que exerceu durante muito tempo: o jornalismo. A trama é muito bem construída e prende a atenção do início ao fim.

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14. Belgravia

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Diferente de todas as nossas outras sugestões, “Belgravia”, de Julian Fellowes (o mesmo criador de Downton Abbey), traz uma história de época – ambientada inicialmente em 1815, em Londres. Em junho daquele ano, aconteceu a Batalha de Waterloo após o baile oferecido pela duquesa de Richmond ao duque de Wellington. Isso significa que, antes mesmo da uma da manhã, os convidados foram informados que Napoleão havia invadido o país. As tropas de Richmond saíram às pressas e alguns guerrilheiros chegaram até mesmo a morrer com roupa de gala na batalha.

No baile oferecido pela duquesa, a filha do casal de comerciantes James e Anne Trenchard, Sophia, marca presença no evento e chama a atenção de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das grandes famílias do país. Com esse marco logo no início do livro, a história salta 25 anos e aterriza em um momento em que as famílias de Sophia e Edmund já estão bem alocadas no bairro de Belgravia, só que com os resquícios da noite em que o caos aconteceu.

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15. A Paciente Silenciosa

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Com este livro, acontece a estreia oficial do escritor Alex Michaelides e ele tem tudo para ser um sucesso certeiro da sua estante. A obra já foi lançada 38 países e os direitos foram adquiridos pela produtora de Brad Pitt.

Totalmente imerso no gênero de thriller psicológico, “A Paciente Silenciosa” conta a história de Alicia Berenson, uma artista plástica que encontrou no diário uma forma de desabafo, mas também de provar ao marido Gabriel que está tudo bem. Ela não conseguia sequer se imaginar fazendo mal a ele, até que, subitamente, Alicia o mata com cinco tiros no rosto.

Após o crime, ela é internada em uma clínica psiquiátrica e permanece em profundo silêncio. Até que o psicoterapeuta Theo Faber fica fascinado pelo caso e espera seis anos para conseguir uma vaga na clínica onde Alicia está internada. Ele está determinado a trata-la, só que acaba se deparando com motivos chocantes para o verdadeiro silêncio da paciente.

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