“Queria que algumas jogadoras famosas defendessem mais o futebol feminino”

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Titular, camisa 10 e capitã do time de coração. No futebol, são raros os casos de quem chega ao patamar que Ary Borges, 19, alcançou logo nos primeiros anos de carreira. A maranhense de São Luís veio para o São Paulo no primeiro ano em que o clube tirou do papel o projeto de uma equipe feminina profissional e, por consequência, disputar a segunda divisão nacional da modalidade. "É uma grande responsabilidade vestir essa camisa e ser a capitã. Quando paro para pensar, fico meio em êxtase... mas não gosto de comparações com Marta ou outras. Quero ser a Ary", afirma a jogadora. Oito meses após o primeiro treino com o time, Ary desponta como referência na equipe que está muito perto de se tornar campeã do Brasileirão Feminino A2 neste domingo, contra o Cruzeiro, às 14h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da Band. O São Paulo venceu a primeira partida, disputada no Pacaembu, por 4 a 0, e agora define o título no estádio do SESC Venda Nova, em Belo Horizonte. Mineiras e paulistas já estão classificadas para a primeira divisão nacional, assim como Grêmio e Palmeiras.

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