Apple é processada por explosão de MacBook em 2016

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Cá estamos de volta com a máxima de sempre: mais um dia, mais um processo.

Dessa vez, no entanto, a gigante de Cupertino está sendo tanto acusada (por um problema que ocorreu há três anos) quanto acusando nos tribunais, como veremos a seguir.

Explosão de MacBook

Um processo envolvendo a Apple enviado à Suprema Corte de Nova York em maio passado veio à tona recentemente pela seriedade do caso, que trata de um defeito na bateria e no carregador de um modelo (não especificado) de MacBook. Apesar de ter sido registrado há alguns meses, o caso ocorreu em 2016.

De acordo com o ofício, a americana Yoland Oyiya, residente do estado de Nova Jersey, sofreu “ferimentos sérios” (queimadura na sua perna esquerda) causados pela explosão da bateria do seu MacBook.

O processo cita múltiplos casos de ações contra a Apple semelhantes, nos quais os demandantes alegam que alguns modelos de MacBooks foram vendidos “em uma condição defeituosa”, criando um “risco irracional de dano” aos consumidores.

Ainda segundo a acusação, a Apple sabia dos riscos e não avisou seus clientes adequadamente; também é enfatizado no documento que Oyiya “cumpriu o devido cuidado” de uso do MacBook.

O processo requer um julgamento contra a Apple e o pagamento de uma indenização não especificada, mas que “exceda os limites jurisdicionais monetários de todos os tribunais inferiores do Estado de Nova York”.

Apple recorre em caso sobre infração de patente

Entre os diversos processos contra a Apple sobre supostas infrações de patentes, há casos em que a companhia tenta provar que não cometeu nada de errado e que, na realidade, são as empresas que a acusam que estão usando tais propriedades intelectuais de má-fé para tentar arrancar uma boa quantia de dinheiro.

Esse é justamente o caso da fabricante de câmeras de alta performance RED, que pôs a Maçã nos tribunais por uma possível infração de patente envolvendo o formato Rawcode, utilizado tanto pela fabricante quanto pela Apple em diversos produtos — e, segundo a RED, sem o devido licenciamento.

No entanto, ao analisar a patente de número 9.245.314 (chamada apenas de “Video Camera”), a Apple afirma que tal propriedade intelectual não sustenta a alegação de que a companhia teria infringido essa patente especificamente, uma vez que ela se concentra principalmente na descrição de algumas funções.

Dessa forma, a companhia entrou com um pedido junto ao Conselho de Apelação e Julgamento de Patentes (Patent Trial and Appeal Board) para revisar e possivelmente invalidar a patente da RED relativa ao formato RAW.

É interessante notar que Apple e RED já trabalharam juntas, com a companhia vendendo, em suas lojas físicas, diversos conjuntos de câmeras da fabricante — alguns que chegavam a custar até US$15 mil.

via AppleInsider: 1, 2

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