Desigualdade salarial, explicada pelo futebol feminino dos EUA

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Elas ergueram quatro Copas do Mundo. Eles nenhuma. Elas ganharam quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas. Eles duas, mas de prata e bronze. E em 1904. As diferenças também são absurdas nos salários: as jogadoras da liga profissional dos Estados Unidos têm salário mínimo de 16.538 dólares (61.800 reais). Eles de 70.250 (262.000 reais). Essa desigualdade, tão assumida em outros países, não é vivida com a mesma naturalidade em uma nação em que quase o mesmo número de mulheres e homens joga futebol no colégio. Por isso, quando as campeãs da Copa da França levantaram a taça, as aproximadamente 60.000 vozes no estádio de Lyon comemoraram gritando “Equal pay! Equal pay!” (igualdade salarial, igualdade salarial). O assunto já está nos tribunais. Em 8 de março, o dia internacional da mulher, as 28 jogadoras da Seleção processaram seu empregador, a Federação Nacional de Futebol (USSF), por discriminação de gênero.

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