A criança que sobreviveu ao genocídio em Ruanda e se tornou estrela literária

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A estreia literária de Gaël Faye (Bujumbura, 1982) fala de um menino africano submetido às desgraças que fustigam o continente onde lhe coube crescer. Ele jura que não é sua história, embora se pareça de maneira suspeita. Assim como seu protagonista, Faye fugiu da guerra em seu Burundi natal. Depois escapou do genocídio que sacudiu Ruanda, onde nasceu sua mãe, de etnia tutsi. Conseguiu exilar-se na Europa dos seus antepassados graças ao passaporte francês legado pelo pai. E finalmente carregou um poderoso sentimento de culpa pelo resto da vida: por que ele pôde pegar o avião que o salvou da morte, mas não o resto de seus amigos e familiares? O autor participa da Feira Literária Internacional de Paraty este ano.

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