“Democracia em vertigem”: bolsonaristas atacam Netflix; Caetano chora ao assistir

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A diretora e roteirista Petra Costa lançou uma produção sobre a recente história brasileira. “Democracia em vertigem“, veiculado na Netflix, estreou em 19 de junho, em 190 países.

O longa foi lançado mundialmente no Festival de Sundance em janeiro. Depois percorreu circuito de festivais pelo mundo. O documentário mostra o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Com mais de duas horas de duração, a produção é descrita na sinopse como 1 dos reflexos da polarização política e da ascensão da extrema-direita para o poder. O filme expõe imagens internas dos bastidores do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e do Palácio da Alvorada, enquanto era realizada a votação para o impeachment de Dilma.


Desde a estréia no serviço de streaming, o longa-metragem tem sido comentado nas redes sociais. Na 6ª feira (21.jun), vídeo em que o cantor brasileiro Caetano Veloso se emociona ao assistir viralizou no Twitter. No vídeo também aparece a jornalista e apresentadora Monica Iozzi.

Assista:

Além do cantor, outras figuras elogiaram a produção. A líder da minoria na Câmara, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), recomendou o filme em publicação em sua conta no Twitter:

Fernando Haddad (PT), ex-candidato à Presidência da República (2018) pelo PT, sugeriu como “dica valiosa” para assistir no feriado.

Bolsonaristas criticam

O filme de veia documental também foi alvo de críticas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. O MBL (Movimento Brasil Livre) –que teve presença nos movimentos a favor do impeachment de Dilma– manifestou-se nas redes sociais contra a produção.

A empresa de streaming de vídeos também foi criticada. A Netflix foi chamada de “comunista” em algumas publicações no Twitter. Para alguns usuários da rede, a empresa fez propaganda pró-PT ao exibir o longa.

ver Blog do Fernando Rodrigues
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