Cinema fica mais pobre no Brasil e no mundo. O streaming e até a mudança climática explicam isso

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A produção audiovisual brasileira está em xeque. Em abril, a Petrobras anunciou que não renovará o patrocínio de 13 eventos culturais, a maioria deles relacionados ao cinema, como a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival do Rio, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. No mesmo mês, a Agência Nacional do Cinema (Ancine), principal fonte de financiamento público do país, suspendeu o repasse de verbas para a produção de filmes e séries. A esse cenário somam-se o fim do Ministério da Cultura, as reformas na Lei Rouanet e a decisão da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) de descontinuar seu apoio financeiro para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros. A situação, no entanto, não é uma exclusividade do país. "O corte de financiamento público no cinema é um problema global”, diz a EL PAÍS Johanna Koljonen, autora do Nostradamus Report, um relatório anual que analisa as tendências no mercado global do audiovisual e que é apresentado nos festivais de Gotemburgo (Suécia) e de Cannes.

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