Atual ‘Bola de Ouro’ se recusa a disputar Copa do Mundo feminina em protesto por disparidade financeira

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Na última quarta-feira, dia 2 de maio, o treinador norueguês Martin Sjogren anunciou a lista de 23 jogadoras que irão à próxima Copa do Mundo feminina, que será disputada na França do dia sete de junho ao sete de julho. A lista cumpriu o pior dos presságios para a seleção da Noruega, mas também alçou a bandeira da luta pela igualdade de gênero. Ada Hegerberg (23 anos), atual vencedora da Bola de Ouro, não figurava na convocação. Considerada a melhor jogadora do mundo em 2018 pela revista francesa France FootballMarta foi a vencedora do prêmio The Best da FIFA –, ela já tinha anunciado em 2017, em um comunicado, que não iria à maior competição do futebol feminino se as condições com as quais a seleção feminina de seu país compete não se igualassem às da seleção masculina. Hegerberg não falava só de dinheiro. Também de infraestrutura, de planejamento, de desenvolvimento e de alojamentos nas concentrações do mesmo nível e conforto que os dos homens. Assim propôs aos dirigentes da federação norueguesa antes de tomar sua decisão. “O futebol é o esporte mais importante da Noruega para as crianças e foi durante anos, mas as garotas não têm as mesmas oportunidades que os garotos”, escreveu Hegerberg.

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