Chacina no Rio que pôs o Exército sob suspeita teve investigações arquivadas

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Os dois inquéritos correram em paralelo, mas com enormes diferenças. A Delegacia de Homicídios de Niterói/São Gonçalo e o Grupo Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP), coordenado pela promotora Andréa Amin, do MP do Rio, ouviram as testemunhas, sobreviventes e familiares das vítimas, além de policiais e três militares que participaram da operação. Perícia balística, nas armas dos agentes e no local foram feitas. Contudo, pouco se sabe sobre os procedimentos adotados pelo Ministério Público Militar (MPM). "Jamais tivemos acesso à investigação do MPM. Nenhum civil foi ouvido, nem sequer as vítimas sobreviventes e familiares", explica o defensor público Daniel Lozoya, que defende o sobrevivente que remanesceu e outras três famílias de vítimas. Além disso, a investigação no Ministério Público Militar — composto por civis — se restringiu a um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) e nem sequer foi submetido à Auditoria Militar — órgão federal de primeira instância da Justiça Militar formado por um civil e quatro oficiais. Não houve audiências e a defesa nunca foi acionada. "Tudo ocorreu no âmbito do MPM, inclusive o arquivamento, ao qual também não tivemos acesso. Só pela imprensa", acrescenta Lozoya.

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