Polícia manda prender terceiro suspeito de massacre em Suzano

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Vigília por vítimas de massacre em Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

Amigos e familiares lamentam durante o funeral coletivo de vítimas do massacre da escola Raul Brasil, na Arena Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

Vigília por vítimas de massacre em Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

Amigos e familiares no funeral coletivo de vítimas do massacre da escola Raul Brasil, na Arena Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

Parente toca uma vítima do tiroteio na Escola Raul Brasil, durante o funeral coletivo na Arena Suzano

(Ueslei MarcelinoReuters)

Parente toca uma vítima do tiroteio na Escola Raul Brasil, durante o funeral coletivo na Arena Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

Velório coletivo de vítimas do massacre da escola Raul Brasil, na Arena Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

O Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, consola a mãe de Claiton Antonio Ribeiro durante o velório coletivo das vítimas do tiroteio na Escola Raul Brasil, na Arena Suzano

(Ueslei MarcelinoReuters)

Amigos e familiares lamentam durante o funeral coletivo de vítimas do massacre da escola Raul Brasil, na Arena Suzano

(Amanda PerobelliReuters)

São Paulo — A Polícia Civil pediu à Justiça nesta quinta-feira (14), a apreensão de um adolescente suspeito de ser o terceiro envolvido no ataque à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, que deixou dez mortos e 11 feridos nesta quarta-feira (13).

O adolescente de 17 anos também é ex-aluno da escola e estudou com G.T.M., jovem da mesma idade que, segundo a polícia, liderou o ataque. A participação do novo suspeito teria ocorrido na fase de preparação.

A polícia não revelou quais provas ligam o menor ao ataque, mas já colheu depoimento dele na delegacia e espera posicionamento da Justiça.

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, o crime estava sendo planejado ao menos desde novembro e as conversas entre os comparsas ocorriam principalmente de forma presencial, já que moravam perto um do outro.

A Polícia ainda realiza perícia nos equipamentos apreendidos para apurar a suspeita de que fóruns da deep web incitaram a tragédia.

“Eles não se sentiam reconhecidos na comunidade que faziam parte e queriam agir como em Columbine, com crueldade. Este era o principal objetivo: a repercussão”, disse Fontes.

O delegado detalhou que a besta, o arco e flecha, o machado e as roupas táticas foram adquiridos pelo site Mercado Livre, plataforma que permite vendas diretas entre comerciantes e consumidores.

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