Rússia ‘hétero’: um país de histórias e filmes sem personagens gays

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Vladimir Putin quer que a Rússia se torne um grande armário. E muito escuro. O presidente, que se posicionou como o grande defensor dos valores cristãos tradicionais frente a um Ocidente sem Deus nem moral, provavelmente desejaria que na Rússia não existissem gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais. É o que revela o seu roteiro para um país em que a lei estabelece que as relações entre pessoas do mesmo sexo são “inferiores” às heterossexuais. Assim, como se fosse uma patologia contagiosa, procura escondê-las dos menores de idade. E graças à chamada lei de propaganda homossexual, que proíbe “a promoção de relações não tradicionais”, eles estão conseguindo. A norma, que estabelece multas e sanções administrativas e se tornou um modelo para países como Argélia, Indonésia e Lituânia, completará cinco anos e baniu do espaço público qualquer sinal suspeito de “criar uma imagem distorcida da equivalência” dessas relações, como diz o decreto. Isso significa que os personagens LGTBI+ se tornaram invisíveis em livros, filmes, peças de teatro e inclusive nas campanhas publicitárias destinadas ao grande público.

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