As maiores tendências de SEO para 2019

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Não permita que revendedores aleatórios controlem sua marca por você.

Como o mundo da otimização dos motores de busca pode mudar em 2019? Quais novas tendências surgirão, quais tendências antigas morrerão e quais delas continuarão a existir?

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A tecnologia SEO está em constante movimento, o que torna difícil acompanhar tudo. Por isso, mapeamos algumas das principais tendências para este ano no que diz respeito a ela:

Voice Search (Pesquisa por Voz)

A pesquisa por voz está crescendo com rapidez. Na verdade, pode ser que, em alguns anos, todos nós possamos ouvir “Ok, Google” ao nosso redor várias vezes ao dia. Até 2020, os especialistas acreditam que 50% de todas as pesquisas serão feitas por voz.

O número de pessoas que usam esse serviço está crescendo ano a ano, a uma taxa muito rápida. Atualmente, 35,6 milhões de norte-americanos ativam um dispositivo de voz pelo menos uma vez por mês, e um a cada seis possui alto-falantes inteligentes.

Embora seja real que o mundo das ferramentas de busca e do SEO estejam constantemente evoluindo, o aumento no uso da pesquisa de voz é uma das principais mudanças até o momento. Isso porque é algo completamente diferente e requer uma estratégia de otimização mais distinta ainda.

Pensando nisso, há uma maneira de você procurar algo no Google de forma regular e uma maneira de perguntar sobre algo. “Você tem que perceber que os processos para chegar até lá serão um pouco diferentes”, explica Eric Enge, da Stone Temple, em um episódio do podcast “The Sure Oak”. “Será criada uma necessidade de conteúdo, seja por meio da pesquisa propriamente dita ou de uma interação de voz, e com isso estaremos preparados para lidar com essas consultas de forma mais natural. ”

Também é importante notar que o Google prefere respostas curtas para consultas de pesquisa de voz – o resultado típico é, em média, de cerca de 29 palavras.

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Ainda mais interessante: parece haver uma conexão muito grande entre a otimização de pesquisa por voz e os trechos de destaque do Google. E essas respostas curtas às vezes ficam acima de todos os outros resultados.

Indexação móvel

Em março de 2018, o Google finalmente começou a lançar o chamado Mobile-First Indexing, uma mudança que muitos dizem ter demorado, afinal, os dispositivos móveis agora representam quase 60% de todo o tráfego na internet, um número que tende a crescer.

Mas o que exatamente o Mobile-First Indexing significa para SEOs e web designers? E para quando a “indexação por pesquisa de voz” pode ser esperada?

A primeira indexação que leva em consideração os dispositivos móveis tem menos de um ano, por isso é difícil dizer para onde exatamente está indo. Mas o que é claro, segundo a atualização feita em julho do ano passado, é como a velocidade é importante, assim como construir um site responsivo, que não só seja funcional para dispositivos móveis, mas também que se mova mais rapidamente.

“Parece que o Google enxerga os site de carregamento lento como o maior problema hoje na web e quer usar sua influência no mercado para forçar os proprietários a fazerem melhor”, disse o CEO da Duda Itai Sadan. “Nossa equipe concorda que a velocidade é um dos principais componentes da experiência do usuário em um site, e acreditamos que diminuir os tempos de carregamento é a melhor coisa que o dono de um domínio pode fazer para melhorar sua presença na web hoje.”

Construir melhores websites para dispositivos móveis e criar melhores experiências para os visitantes é algo imperativo.

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A tecnologia blockchain impacta SEO e SEM

O Blockchain pode estar principalmente associado ao Bitcoin e à criptomoeda em geral, mas a influência dessa tecnologia será muito mais abrangente do que simplesmente isso.

Blockchain
Não surpreendentemente, a tecnologia blockchain também vai atingir e impactar o SEO – e o marketing digital em geral. Mas como exatamente isso pode influenciar?

O blockchain pretende criar um registro seguro e confiável das transações e pode ser usado para garantir que elas aconteçam nos motores de busca e nas conexões entre anunciantes e proprietários de sites. O Google, nesse sentido, opera como o intermediário, ajudando ambas as partes a confiarem uma na outra para que todas essas transações sejam executadas sem problemas.

Mas isso é exatamente o que blockchain faz, por definição, apenas de maneira um pouco mais eficaz. A tecnologia pode verificar se todos os usuários são quem dizem ser, com 100% de precisão. Pode ver se um anúncio foi visto por uma pessoa real ou por um robô. Ele pode ajudar você a garantir que o proprietário do website pague apenas pelos cliques. E mais: tudo isso ajudará a reduzir a fraude em anúncios online.

Isso, é claro, afetará não apenas a receita de anúncios do Google, mas também o SEO em geral. A Microsoft – e outras grandes empresas – já estão colaborando com os sistemas Blockstack Labs e ConsenSys baseados em blockchain para ajudar a melhorar aplicativos e serviços.

“Usando uma marcação de esquema incorporada, os sites podem registrar as identidades de seus visitantes ou o número de recompensas de token que uma postagem de blog assegurou. Poderia até calcular quais visitantes contribuíram com valor para certos posts e as ações que tomaram”, explica David Lockie, fundador da Pragmatic. “Tudo isso entraria como fatores de ranking e tornaria a web um gráfico social mais robusto e produtivo, quase infinito em seu escopo.”

A ascensão da otimização de pesquisa da Amazon

É difícil ver como a Amazon Search pode competir com o Google – afinal, é difícil ver a si mesmo pesquisando “como remover manchas de carpete” na Amazon. Mas, na realidade, ela é um grande concorrente. Muitos especialistas em SEO esperam um enorme crescimento na otimização de pesquisa da Amazon no próximo ano.

Não está convencido? Para começar, 72% dos compradores agora usam a Amazon para encontrar produtos, segundo um estudo da Kenshoo com os consumidores dos EUA, da Alemanha, do Reino Unido e da França.

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O que é ainda mais interessante é que 56% dos consumidores realmente pesquisam na Amazon antes de irem para outros sites. Além disso, eles não localizam apenas produtos – eles encontram tudo de que precisam: análises de produtos, sugestões de artigos similares e todos os outros itens que poderiam interessar. Em outras palavras, eles realmente não precisam de outro mecanismo de busca para encontrar o que precisam ou querem comprar, além de fazer uma pesquisa adequada antes de tomar uma decisão de compra.

E essa é, definitivamente, uma grande ameaça para o Google e o Google Ads. Se menos pessoas pesquisam produtos, isso pode ter um grande impacto em sua publicidade e receita.

E, quando se trata de realmente fazer compras, as pessoas preferem a Amazon devido aos preços e facilidades de envio, de acordo com os dados mais recentes do Relatório de Pesquisa de Compras do Consumidor Omni-Channel Global, da BigCommerce.

“Como mais da metade dos consumidores online dos EUA começa a pesquisar na Amazon.com, cada marca tem uma estratégia de marketing e conteúdo no canal da Amazon, de forma a mostrar consideração com o maior público de compradores online”, diz James Thomson, um parceiro da BuyBox Experts. “Você sabe mais sobre sua marca do que qualquer outra pessoa, por isso, verifique se você tem um branding consistente e preciso em vários canais online e offline. Não permita que revendedores aleatórios controlem sua marca por você.”

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