Em meio a crise sobre saques de ex-assessor, Bolsonaro vai ao banco

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O presidente eleito Jair Bolsonaro foi ao banco neste domingo (9.dez.2018) em meio à crise causada por saques de 1 ex-assessor de seu filho, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que estão sendo investigados pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras),


O saque foi no Banco do Brasil, no Rio. O presidente eleito foi filmado e fotografado.

Fabrício José Carlos de Queiroz, amigo da família Bolsonaro e ex-assessor de Flávio, está sendo investigado pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) depois de ter feito 176 saques em dinheiro vivo em 2016 e pagado 1 cheque de R$ 24 mil à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Ontem (8.dez), Bolsonaro afirmou que o pagamento se tratava de uma dívida depositada na conta de Michelle por “questão de mobilidade”, já que ele tem dificuldade para ir ao banco em razão da rotina de trabalho. No início de novembro, após ter sido eleito, Bolsonaro foi ao banco 3 vezes em menos de 4 dias.

Sobre o caso com o assessor, o militar afirmou que “ninguém recebe ou dá dinheiro sujo com cheque nominal”. “Em outras oportunidades eu já o socorri financeiramente. Nessa última agora houve 1 acúmulo de dívida da parte dele para comigo e resolveu me pagar com cheques. Não foi 1 cheque de R$ 24.000. Foram, na verdade, 10 cheques de R$ 4.000″, disse.

O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) produziu 1 relatório no qual identificou movimentações financeiras atípicas no valor de R$ 1,2 milhão em uma conta de Queiroz entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O caso foi publicado no jornal O Estado de S. Paulo na 5ª feira (6.dez).

O documento do Coaf é fruto do desdobramento da Operação Furna da Onça, ligada à Lava Jato no Rio, que prendeu 10 deputados estaduais. Flávio Bolsonaro e Queiroz não são alvo de investigações.

ver Blog do Fernando Rodrigues
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