Sérgio Moro vê Bolsonaro “moderado” e diverge sobre MST e armas

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Jair Bolsonaro afirmou na TV que vai “cortar a cabeça” de membros da equipe que criticarem o Governo publicamente. Também disse, na segunda-feira, que Sérgio Moro, seu futuro superministro da Justiça, terá carta branca para atuar nas áreas de combate à corrupção e crime organizado, mas também fez questão de frisar que não abandonará bandeiras de campanha. Moro tomou nota. Foi equilibrando-se dentro dessas linhas demarcadas pelo futuro chefe que o juiz da Operação Lava Jato se apresentou diante da imprensa nesta terça-feira. Ao longo de quase 1 hora e 45 minutos de entrevista, o magistrado se esforçou para demonstrar da forma mais polida possível suas discordâncias com relação a Bolsonaro –em relação a armas ou à tipificação do MST (Movimento Sem-Terra) como terrorista, por exemplo– enquanto se esquivou de responder sobre o apoio do eleito à ditadura ou sobre ofensas a minorias sociais. "Ele pode ter feito declarações não felizes no passado e que podem ser usadas fora de contexto. Mas em nossas conversas parece moderado", diz o juiz, que garante não haver sinalização de que esses discursos serão políticas de Governo.

ver El País
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