Cade prorroga medida preventiva no caso dos combustíveis no DF

Radioagência Nacional

O Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, prorrogou por 180 dias a medida preventiva contra um suposto cartel de combustíveis no Distrito Federal.

A investigação tem como alvo principal a rede de postos de combustíveis Cascol, que concordou em seguir sob intervenção do governo.

Desde abril, um administrador independente gerencia a rede de postos.

Na época, o litro da gasolina chegou a ultrapassar os R$ 4,10. Agora, em alguns postos no DF, o motorista encontra gasolina a R$ 3,23 o litro.

O comerciante Omar Medeiros está desconfiado.

SONORA

A Agência Nacional do Petróleo pesquisa toda semana o preço dos combustíveis em cidades de todo o país.

De acordo com os dados divulgados nesse domingo, entre os dias 2 e 8 de outubro, o preço médio do litro da gasolina nos postos monitorados no DF era de R$ 3,49 .

A gasolina mais cara foi encontrada em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro: R$ 4,80.

A mais barata é vendida em Santo André, no estado de São Paulo, por 3 ,08 centavos.

A psicóloga Cristiane Woo é uma caçadora de gasolina barata.

SONORA

A intervenção nos postos de combustíveis no Distrito Federal terminaria nesse domingo (9). Com a renovação, vai seguir até abril do ano que vem.

O Cade pediu o novo prazo porque as mudanças na administração dos postos da Rede Cascol ainda não terminaram, e a investigação, feita em parceria com a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Distrito Federal (MPDF), precisa continuar.

Em nota, o Cade informou que as medidas adotadas até agora – e que continuarão pelos próximos seis meses – resguardam as investigações e promovem a manutenção da concorrência no mercado local.

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