Reforma da Previdência e PEC do teto condicionam PIB brasileiro

Correio Braziliense - Economia

Apesar do clima de euforia do mercado na semana passada, que fez a Bolsa de Valores de São Paulo romper a barreira de 61 mil pontos pela primeira vez desde setembro de 2014, é preciso cautela em relação à retomada da economia, alertam especialistas. Pelas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas durante o encontro anual que terminou ontem, em Washington, o otimismo pode ser exagerado. O organismo estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro terá crescimento limitado nos próximos anos, partindo de 0,5% no ano que vem e ficando abaixo de 2% até 2021. Esse desempenho será pior que o da Argentina, que terá expansão econômica de 3,3% daqui a cinco anos, contra 1,9% do Brasil no mesmo período.

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