“A revolução na educação não pode passar por um corte de recursos”, defende economista

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Professor destaca que o modelo brasileiro poderia se inspirar no sul-coreano Alexandre Saconi/R7

Qual o segredo para melhorar a educação no Brasil? Embora a resposta óbvia possa parecer “investir”, a maneira como os recursos são dedicados faz muita diferença na hora da execução dos planos educacionais.

O diretor do MBA da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) e consultor de empresas, Tharcisio Souza Santos, defende uma reforma completa no modelo educacional brasileiro, destacando que os investimentos precisam ser feitos com o tempo. Tharcisio também critica os políticos que não priorizam a área por ela não dar votos.

— A gente precisa fazer uma revolução na educação, e a revolução na educação não pode passar por um corte de recursos. E eu não acho que o problema seja, por exemplo, não cortar o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). Eu não acho que o problema seja não cortar o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Porque, na minha opinião, o Fies e o Prontec são entulhos de uma péssima gestão educacional que o País tem e que faz de conta que leva a sério, e faz de conta que funciona.

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O professor ainda destaca que o modelo brasileiro poderia se inspirar no sul-coreano, que conseguiu realizar um salto na educação, partindo de um PIB per capita inferior ao do Brasil.

— Na realidade, a educação brasileira está toda errada.

Tharcisio também lembra que é preciso ter educação integral para as crianças e mais investimento na educação básica como ferramentas de transformação. Veja no vídeo abaixo:

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