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Molenbeek, um ano depois: mais radicais, mais vigiados

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No bairro com maioria muçulmana, onde foram tramados os atentados de 2016 em Bruxelas, a desesperança cresce entre os jovens, junto com a pressão policial
Leitura dos nomes das 130 vítimas rompe o silêncio de Paris

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Hollande inaugura, na presença de parentes dos que foram mortos, sete placas nos lugares atacados, há um ano, pelos jihadistas
França busca retomar normalidade dois anos depois do atentado do Bataclan

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Sucessão de ataques islamistas desde 2015 e longo estado de exceção tornam difícil para os cidadãos virar a página