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Molenbeek, um ano depois: mais radicais, mais vigiados

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No bairro com maioria muçulmana, onde foram tramados os atentados de 2016 em Bruxelas, a desesperança cresce entre os jovens, junto com a pressão policial
Leitura dos nomes das 130 vítimas rompe o silêncio de Paris

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Hollande inaugura, na presença de parentes dos que foram mortos, sete placas nos lugares atacados, há um ano, pelos jihadistas