Em alta, economia mundial ensaia abandonar os ‘anabolizantes’ injetados após 2008

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Um mínimo erro de cálculo ou um imprevisto no caminho podem custar muito caro. Os maiores bancos centrais do mundo começaram uma tarefa titânica que se assemelha ao jogo infantil de ir retirando peças de uma torre sem que o edifício inteiro venha abaixo. A meta no caminho empreendido é a normalização das políticas monetárias. Nos próximos anos, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e o Banco Central Europeu (BCE) deverão reduzir seu balanço patrimonial em aproximadamente quatro trilhões de euros (15 trilhões de reais). Essa cifra, que supera o tamanho da economia alemã, é o que engordaram seus balanços como consequência das medidas heterodoxas − que são conhecidas no jargão econômico como QE (quantitative easing, ou afrouxamento quantitativo) e consistem principalmente na compra de dívida pública e privada − que tiveram de adotar para atenuar os efeitos devastadores da Grande Recessão que começou em 2008.

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