Rumores: ”Apple Watch Series 3” virá com conectividade celular (4G/LTE) e um visual completamente novo

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Apple Watch

A possibilidade de a Apple lançar um Apple Watch com conectividade celular, ou seja, dependendo menos da presença de um iPhone ao lado para conseguir realizar diversas tarefas, já foi ventilada algumas vezes. A última vez que tocamos no assunto, porém, comentamos que os planos de implementar algo assim em 2016 (na segunda geração do relógio) foram ralo abaixo, deixando a novidade para a terceira geração do smartwatch, que deverá ser lançado agora no segundo semestre de 2017.

Pois adivinhe o que a Bloomberg comentou hoje? Isso mesmo, que o “Apple Watch Series 3” (suposto nome do futuro relógio) virá com conectividade celular. A ideia, como eu já mencionei aí em cima, é simples: atualmente, a Apple exige que o smartwatch esteja conectado (por Bluetooth) a um iPhone para, por exemplo, transmitir músicas, baixar instruções em mapas e enviar mensagens quando estamos na rua. Equipado com chip 3G/4G/LTE (não necessariamente algo disponível em todos os modelos, mas ao menos em alguns), os novos Apple Watches poderiam realizar muitas tarefas sem um iPhone ao alcance.

De acordo com as famosas “pessoas familiarizadas com o assunto”, a responsável pela fabricação do modem seria a Intel — o que faz bastante sentido levando em conta a batalha judicial entre Apple e Qualcomm.

Sem duvida nenhuma, um Apple Watch com tal capacidade poderia ampliar bastante o alcance das vendas do dispositivo, já que usuários de outros smartphones (Android, por exemplo) poderiam facilmente adquirir um Apple Watch e utilizá-lo sem problemas. Os únicos contras de um Apple Watch com tal recurso seriam dois, ao meu ver: 1. um possível consumo maior de bateria e; 2. o custo de um plano de dados para alimentar essa conectividade do relógio.

Paralelamente a essa notícia, John Gruber (do Daring Fireball) comentou que a terceira geração do Apple Watch também trará um novo formato, deixando de lado o visual apresentado pela Apple no primeiro relógio, em 20141, que foi “reaproveitado” na segunda geração, lançada em 2016.

Caso isso venha mesmo a acontecer, vamos torcer para que o mecanismo de encaixe da pulseira continue exatamente o mesmo, permitindo que usuários possam utilizar as pulseiras que já possuem nos novos relógios.

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