Mais impopular que Dilma, Temer se prepara para prova de fogo com Previdência

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Quando assumiu a presidência da República, ainda de maneira interina em 12 de maio do ano passado, o peemedebista Michel Temer cercou-se de políticos considerados da velha guarda _na posse, todos homens. Alguns carregavam consigo problemas judiciais, que acabaram causando sua queda – hoje, ainda há oito deles investigados pela Operação Lava Jato. Dos 26 empossados nos ministérios há um ano, sete deixaram os cargos, a maioria por investigações que foram abertas pela polícia ou por suspeita de terem cometido algum ato ilícito. Ainda que a Lava Jato seja, em certa medida, imprevisível, o certo é que, por ora, a regra de autoblindagem criada pelo Planalto protege o Governo: só perderá o cargo o ministro que se tornar réu, o que não tem data para acontecer e depende dos prazos mais longos do Supremo Tribunal Federal. Na agenda de tribunais, o mais certo compromisso para Temer é com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), onde um julgamento que pede a invalidação da chapa Dilma-Temer em 2014 segue pendente, se não com risco real de desenlace negativo, ao menos com potencial de lhe causar novos constrangimentos políticos.

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