O lado São Francisco de Belchior, segundo Fausto Nilo

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Música
Jornal GGN - Em entrevista para o jornal O Povo, logo após a morte do amigo de infância, compositor e poeta fala da tristeza da perda do amigo e da última vez que falou com o músico.
Em entrevista para o jornal O Povo, logo após a morte do amigo de infância, compositor e poeta fala da tristeza da perda do amigo e da última vez que falou com o músico.
Cultura: Após a morte do amigo dos tempos de infância, o arquiteto e poeta Fausto Nilo conversou com O POVO sobre a vida de extremos e coragens de Belchior
Fausto Nilo, 73, deixou sozinho a sala onde o corpo do amigo de infância estava sendo velado, na entrada do teatro do Dragão do Mar. Era começo de noite da segunda-feira, 1º de maio. Dez anos antes, ali perto, haviam tido sua última conversa. Um papo ligeiro sobre as “coisas da vida”, como gosta de dizer. O arquiteto tinha acabado de deixar o palco onde havia se apresentado no centro cultural. Belchior, que assistira ao show, deu uma passada no camarim apenas pra avisar que já estava de partida. Fausto o encontraria horas depois, namorando num banco da praça, a mesma onde, naquela segunda, centenas de pessoas se apinhavam numa fila para se despedir do cantor e compositor. O amigo era assim, lembra Fausto em entrevista ao O POVO, a primeira que deu logo após o triste reencontro com o autor de Paralelas: “Ele tinha um lado São Francisco e um lado muito luxuriante”.
O POVO - Como conheceu Belchior e de que maneira se tornaram amigos?

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