O que mais irritou o consumidor em 2016?

Facebook
VKontakte
share_fav

O que mais irritou os consumidores em 2016? Enquete de VEJA coloca na disputa os bloqueios ao WhatsApp, os celulares explosivos da Samsung, o extrato de tomate com pelo de rato, o Toblerone com menos triângulos e a alta de preços da Netshoes sobe preço em meio à tragédia. Vote na .

Bloqueios ao WhatsApp

Logo do Whatsapp

Decisões judiciais bloquearam o WhatsApp no Brasil mais de uma vez em 2016. Os bloqueios foram determinados para que o Facebook, dono do aplicativo, colaborasse com investigações sobre tráfico de drogas. Os bloqueios não duraram muito, o que não impediu o tema de ser um dos campeões de queixas dos usuários nas redes sociais – e também fora delas.

Celulares explosivos da Samsung

Usuário mostra aparelho Samsung Galaxy 7 que pegou fogo enquanto a bateria era recarregada

Usuário mostra aparelho Samsung Galaxy 7 que pegou fogo enquanto a bateria era recarregada (Reprodução/VEJA.com)

O Galaxy Note 7, smartphone lançado pela Samsung em 2016, foi uma dor de cabeça gigantesca para a empresa. Muitos aparelhos pegavam fogo ou simplesmente explodiam quando suas baterias estavam sendo carregadas. O problema exigiu um recall de mais de 2 milhões de aparelhos no mundo – e, por fim, a interrupção de sua produção.

Toblerone com menos triângulos

Na primeira imagem, o novo formato do Toblerone no Reino Unido

Na primeira imagem, o novo formato do Toblerone no Reino Unido (Divulgação/VEJA.com)

O chocolate Toblerone, com sua tradicional barra dividida em pequenas “pirâmides”, mudou de formato no Reino Unido – e despertou a fúria de centenas de consumidores nas redes sociais. O formato triangular das subdivisões da barra permanece, mas a distância entre cada um dos pedaços cresceu. Os fãs da marca não perdoaram.

Extrato de tomate com pelo de rato

Extrato de tomate

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização e a distribuição de quatro lotes de extrato de tomate das marcas Amorita, Predilecta, Aro e Elefante, além de um lote de molho de tomate tradicional da marca Pomarola. A punição às cinco marcas deveu-se a uma descoberta pouco lisonjeira: havia pelo de roedor nos lotes proibidos.

Alta de preços da Netshoes

Camisa oficial da Chapecoense

(Umbro/Divulgação)

Em uma ação ligada à Black Friday, a Netshoes havia colocado em promoção camisas de inúmeros clubes de futebol, entre eles a Chapecoense. No dia da tragédia com o avião da equipe na Colômbia, os preços subiram para retornar a seu nível habitual – e os consumidores, inconformados com o aparente “oportunismo”, desaguaram críticas contra a empresa. A Netshoes esclareceu que o “aumento” dos preços havia, na verdade, ocorrido automaticamente por causa do fim da Black Friday, e que, para não soar como oportunismo, ela voltou a baixá-los manualmente, mas, involuntário ou não, o reajuste irritou muita gente.


Arquivado em:Economia
ver Veja
#consumidor
#enquete