Temer diz que o que Brasil mais quer é a "democracia da eficiência"

Facebook
VKontakte
share_fav

O presidente Michel Temer afirmou, na noite desta terça-feira, que "o que o Brasil mais quer hoje é o que chamamos de democracia da eficiência".

— Os brasileiros querem eficiência no serviço público, eficiência no serviço privado, ética na política — disse o presidente, durante discurso em evento da Editora Três em que foi agraciado com o prêmio de Brasileiro do Ano.

Leia mais:
Oposição promete apresentar segundo pedido de impeachment de Temer
Temer sanciona lei que amplia poderes de CPIs
Presidente interino do Senado diz que pode suspender votação sobre PEC do Teto

O presidente não comentou em nenhum momento o conflito entre o Judiciário e o Legislativo, que se agravou nesta terça-feira após a Mesa Diretora do Senado não aceitar decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento de Renan Calheiros da presidência da Casa. Renan foi afastado por ter se tornado réu no Supremo, o que o impediria de fazer parte da linha sucessória presidencial, no entendimento de Marco Aurélio.

Temer disse que a premiação é uma motivação para que o governo continue trabalhando pela recuperação econômica do País.

— Vamos sair dessa crise, vamos alcançar o crescimento, o pleno emprego — disse.

No palco onde Temer discursou também estavam o juiz federal Sérgio Moro, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), e os ministros José Serra (Relações Exteriores), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações), Roberto Freire (Cultura), Helder Barbalho (Integração Nacional), Leonardo Picciani (Esporte), Bruno Araújo (Cidades) e Alexandre de Moraes (Justiça).

Alckmin, que fez um breve discurso na abertura de evento, afirmou que o presidente Michel Temer não está sozinho. "Conte com São Paulo", disse o governador paulista ao presidente.

*Estadão Conteúdo

ver Zero Hora
#declaração
#renan calheiros
#democracia
#crise institucional
#senado federal
#presidente da república