Confronto entre Congresso e Judiciário tem origem conhecida, por Janio de Freitas

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Crise

Foto Pedro Ladeira/Folhapress

Jornal GGN – Em sua coluna deste domingo, na Folha, Janio de Freitas aborda a crise entre Judiciário e Congresso. Para ele, o negócio vai se agravar sem que algo positivo possa aparecer com isso. O incidente com Renan, que depois pediu desculpas a Carmén Lúcia, não foi ocasional, mas sim parte da tensão entre as instituições. Mas, com tudo isso, a causa do agravamento no horizonte não é este episódio.

Janio lembra das várias estocadas que Sergio Moro, juiz de primeira instância, deu no Congresso, chegando até mesmo a um mal disfarçado ultimato em que concitou a Casa a mostrar de que lado se encontra, o divisor foi o quesito corrupção.

Antes disso, Moro falou a juízes e servidores do Paraná sobre o projeto contra abuso de autoridade e que sua aprovação seria um atentado à independência da magistratura. Isso resvala para o lado das provocações, mais do que defesa de ideias, e isso puxa reação do Congresso, como do senador Aloysio Nunes, “do PSDB a serviço de Temer”, ao dizer que Moro se considera o superego da República.

Mas não é só isso. Moro também se sobrepôs ao STF e ordenou ação policial no Senado, como forma de desprestigiar o Congresso, criando uma desarmonia ainda mais perigosa.

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